domingo, 26 de outubro de 2014

Reescrevendo o Lugar...


A uma hora da madrugada e mais vinte e dois minutos, escrevo essas mal digitadas linhas para dizer, ou só escrever, que o meu pensamento deu umas viradas de lugar e sucumbi à vontade de reabrir meu canto, velho e querido canto. Por que? Oras, e eu lá sei? Sei não senhor. Saber de tudo, aliás, nunca foi lá o meu forte.

Acho que aqui eu escrevo desimportâncias com mais vontade, a coisa flui com maior desenvoltura, compreende? Se não compreender, deixe pra lá, seu moço, que a vida é bem pra gente não compreender de tudo, não senhor.

Enquanto escrevo saudades, na TV dois moços lutam num ringue que não é ringue. Se batem que só! Ganham dinheiro que só! Quero que o brasileiro ganhe, obviamente, mas meu olhar só vê a porradaria em soslaios, porque eu gosto mesmo é de ser amorista. Enquanto escrevo e de soslaio reparo nos caras se matando, Chico canta coisas de amor nos meus fones bem postados aos meus ouvidos. Andaram caluniando Chico por esses dias, tudo em nome do direito democrático, que só vale, aliás, se você pensa igual a mim. Por que se você pensa diferente, serás um monte de coisa ruim.

Rimei sem querer. Desse assunto, aliás, quero me privar agora, porque ele anda raivoso demais. Amanhã, que já é hoje, tudo será definido, enfim. Enquanto isso eu tiro o ódio pra dançar, ao som de Chico, uma valsa lenta... e depois todo o ódio se converterá em amor.

Não se converterá, eu sei, mas devanear é de graça, ainda.

O moço brasileiro, o Zé, saiu do ringue que não é ringue com a fuça cheia de sangue, mas vitorioso. Meu amigo Uelton bem que disse que ele nunca perdia. Coisa estranha esse esporte de bater.

Chico segue cantando e eu quase chorando, fingindo paixão. Coisa louca é esse homem, como ousam maculá-lo? Desse jeito o céu não lhes aceita, pessoas.

Bora dormir?
Bem vindos outra vez e sempre que puderem, não me levem a sério.

Beijos!


(...) se na bagunça 
do teu coração
meu sangue errou de veia 
e se perdeu ♫♪

8 comentários:

  1. Fiquei pensando com meus botões " Vixe, falei para ela que o Aldo nunca perde se ele perder hoje,perco a credibilidade com a minha amiga"

    Boa Noite, Moça!

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    1. E eu pensando que se ele perdesse, ia ser pela minha presença telespectadora... Rsrs.

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  2. Gostei, agora sei que minha veia vai acordar de novo....
    Sem a Inquietude na alma não sei botar palavras de supetão, é verdade...
    Obrigado Milene

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    1. Sim. O senhor ficou me atiçando, chorando saudades, e eu gostei porque também sentia falta daqui, Mr. Mickey. Beijo!

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  3. E a leveza está de volta. Temos que valsar pra espantar males.
    Marlene Souza

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  4. É isso, cunhada. Vai demorar um tempo pra essa onda estranha passar, mas há de passar. Obrigada por vir.

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  5. Seja bem vinda de volta, Milene. Aliás, acho que deveria falar isso ao seu blog e não a vc, já que sempre este presente. Adorei a postagem. E o Zé Aldo apanhou mt msm. Odeio esse esporte. bjssss

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  6. Bom estar de volta aqui .....A inquietude que me acalma
    Abraços e Carinhos

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